sexta-feira, 17 de março de 2017

Coleção de livros de receitas vegetarianas para download


Reunimos uma série de livros de receitas com o melhor das receitas vegetarianas para você. Confira!

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sábado, 4 de fevereiro de 2017

Lichia, a fruta que ajuda a perder a barriguinha


A frutinha exótica caiu mesmo no gosto dos brasileiros. Composta por 82% de água, a lichia ajuda a hidratar o corpo, sem engordar e é rica em antioxidantes, que também ajudam no controle da gordura abdominal. Mas, os benefícios não param por aí; por ser rica em fibras, ela também contribui para o funcionamento do intestino e faz bem ao coração. Além da polpa, é possível fazer chás com a casca e aproveitar até o caroço para uma farinha rica em nutrientes. Saiba mais sobre essa deliciosa fruta e como consumir no Mitos e Verdades da Alimentação.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

8 FATOS CIENTÍFICOS QUE TODO APAIXONADO POR CAFÉ DEVERIA SABER


Vários estudos científicos sobre uma das bebidas mais produzidas e consumidas do mundo já foram feitos e comprovam os efeitos e benefícios do café no organismo. Além de acelerar o metabolismo, melhorar a concentração e estimular a memória, algumas descobertas menos famosas podem servir para explicar por que tantas pessoas gostam – ou são quase viciadas – na bebida cafeinada:
Você não precisa de café logo depois de acordar
O corpo humano produz um hormônio chamado cortisol, que promove a sensação de alerta. O cortisol é liberado de acordo com o período do dia e costuma atingir seu nível máximo assim que saímos da cama. Em outras palavras, tomar café logo após acordar é um desperdício de cafeína: o ideal é esperar algum tempo. Se você se levanta às 8h, tome café a partir das 9h30. No período da tarde, o ideal é tomar uma xícara entre 13h30 e 17h, quando o hormônio reduz sua quantidade no organismo.
O composto químico da cafeína é parecido com um neurotransmissor do sono
Durante o dia, seu cérebro produz níveis naturais de adenosina, que regula a função cerebral. A cafeína “imita” esses receptores, com a mesma função de controlar a intensidade do seu sono. Por acaso, o composto químico dos dois é bastante similar.
Café pode ajudar a prevenir Alzheimer e outras doenças
Um estudo desenvolvido na Faculdade de Medicina de Lisboa, em Portugal, afirmou que o consumo de café pode retardar os sintomas do Alzheimer. Outras pesquisas já provaram que beber café também diminui os riscos de doenças como diabetes tipo 2, depressão em mulheres e Parkinson.
Em um microscópio eletrônico, esta é a aparência da cafeína

A cafeína forma naturalmente pequenos cristais de 40 micrômetros de tamanho. A foto acima venceu um prêmio de fotografia científica em 2012, por mostrar algo comum e rotineiro em um ângulo diferente.
Café pode ser viciante
Quanto mais café você toma ao longo dos anos, maior é a possibilidade de alterar a química do seu cérebro. Com o aumento do consumo de cafeína, mais receptores de adenosina são produzidos e você automaticamente vai precisar beber mais café para poder conectá-los. Esse processo, por sua vez, pode causar dependência e sintomas de abstinência – fadiga, irritabilidade, dores de cabeça – se você tentar reduzir o consumo.
Os efeitos da cafeína surgem 10 minutos após o primeiro gole
Um estudo feito pela Universidade de Barcelona, na Espanha, mostrou que, após 10 minutos, a cafeína atinge metade de sua concentração máxima no sangue, suficiente para começar a causar algum efeito. Em 45 minutos, quando alcança o nível máximo, já pode deixá-lo mais alerta. Dependendo da velocidade com que o organismo absorve a “droga”, é possível manter esse efeito por 3 a 5 horas.
Abelhas também amam café
O néctar de algumas flores possui níveis pequenos de cafeína, que é usada para atrair abelhas e também pode melhorar a memória do inseto, segundo estudo publicado no periódico Science.
Além da cafeína, vários compostos do café fazem bem para a saúde
Os outros compostos incluem antioxidantes, que protegem o corpo dos malefícios de radicais livres. Essas moléculas causam envelhecimento e estão associadas a doenças como câncer e problemas cardíacos, distúrbios que o café também ajuda a prevenir.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Um conto ecológico - A segunda vida de Gregor Samsa

Mary Swanzy

A segunda vida de Gregor Samsa

      Não posso ver: tudo é sensação, para além ou de antes do visual, transcendência táctil: energias?
      Não me lembro completamente quem sou. Lembro trechos. Pedaços de rostos, cadeias de palavras que já não entendo e são música boa ou ruim.
      Estou nalguns braços. Alguém me move. Energias fluem, posso senti-las quase como odores. Atravessamos linhas de campos magnéticos. É magnífico este novo sentido, este meu único multisentido, seu caudal de silenciosa epifania.
      Lembro-me de destruir o jardim. Apanhei o taco e destruí as roseiras de alguém que não me lembro, alguém muito importante, alguém que importava. Destruí todas aquelas plantas de nomes débeis e frescos que não sei, aqueles nomes inúteis que sempre mantive aquém de mim.
      Espalhei as terras, derribei as pequenas contenções, como meios-fios, que delimitavam aquele inferninho verde. Estranho como disso me lembro bem. Cada movimento acertado.
      Parei de ser movimentado: sinto o vento, quentura. Ela é como uma canção. Suas ondas borrifam o que quer que sejam meus receptores, me deitam num torpor adocicado. Sou feliz.
      A pulsação que me movimentou aproxima-se, sinto seu avanço pelas linhas do campo magnético, ela deita água em meu pés. Não posso movê-los, nem tento: não anseio o movimento, anseio os movimentos que me vêm: flutuações do campo, comunicações que ainda não decodifico – mas o farei – a viscosidade do calor solar que banha-me, e este furor, esta fome consumindo meus pés: este fausto manjar de águas. Água. Água. Como nunca percebi? Como ela pode ser tão doce, e ter me passado incógnita, obscurecida? Para cada nova sensação faltam-me as palavras, conceitos de perfeito encaixe, mas tal abismo se avoluma ao toque da água. Fruição, tepidez... uma quase promiscuidade, coquetel de psicotrópicos conflitando e equalizando-se, a um só tempo, em meu corpo possuído. Agora percebo que o céu é feito de água, e para ela e para a luz é o meu desejo.
      Os campos magnéticos ondulam. O sol cintila. Meus pés alimentam-me. Dormi furioso ontem, não falei com Maria (agora me aflora tal nome), mal lavei as mãos sujas de terra, rolei como um diabo antes de conciliar o sono. Acordei dentro da paz.

      Sou planta. 

Sammis Reachers

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Como fazer frutas desidratadas


As frutas desidratadas são muito saudáveis, principalmente quando feitas em casa. Elas são uma ótima opção para o lanche e a sobremesa. E são boas fontes de energia. E principalmente uma ótima alternativa para cuidar dos excedentes da horta e do pomar.
Sabia que é possível fazer no forno?
 Sim, isso mesmo, você pode ter deliciosas frutas secas no forno do seu fogão. Produzi-las, utilizando um simples forno doméstico é muito fácil.
Ah, vai gastar muito gás?
Você pode também secá-las ao sol, construindo um maravilhoso desidratador solar caseiro.
Não é difícil.
A gente vai ensinar tudo neste post.
Vamos em frente…
COMO DESIDRATAR FRUTAS NO FORNO DO FOGÃO
a
Escolha frutas maduras ou ligeiramente maduras.
Enxágue com água fria.
Remova manchas ou imperfeições.
Remova todas as falhas e elimine os talos se porventura houver.
Corte-as de maneira uniforme para assegurar a desidratação uniforme e no mesmo tempo.
Você pode remover as peles, mas não é necessário mas algumas frutas, como maçã e pêssego, secam melhor se a pele foi removida.
Para manter as frutas visualmente atraentes e para minimizar a descoloração, mergulhe-as em suco de limão e água por 10 minutos.
Escorra e seque com uma toalha que não solte fiapos.
Preaqueça o forno na temperatura mínima.
Utilize uma temperatura mais baixa para as frutas finas, como maçã, banana e pêssego em fatias.
Morangos e outras bagas requerem uma temperatura mais quente.
Com a experiência, você vai aprender a particularidade de cada fruta.
Forre a assadeira com papel-manteiga e organize as frutas em uma única camada, mas não deixe que elas se toquem.
Para evitar que as frutas se encrespem durante a secagem, cubra com uma forma de pizza com furinhos ou um forro/tapete de silicone apropriado para assadeiras.
Nós usamos e recomendamos a forma de pizza com furinhos.
Os fabricantes dizem que o tapete de silicone não é tóxico e, portanto, é confiável.
Nós temos nossos receios, mas, se você confia nos fabricantes, use utensílios de silicone no forno.
Prosseguindo,leve as frutas para o forno (observe o que dissemos sobre a temperatura acima).
O tempo médio para o processo fica em torno de 1h30.
A dica é deixar a porta do forno levemente entreaberta para controlar melhor e evitar o supercozimento.
Quando as frutas estiverem sequinhas, retire-as do forno e espere esfriar para se deliciar!
COMO DESIDRATAR FRUTAS AO SOL
b
As frutas também podem ser desidratadas em um eficiente e prático desidratador solar doméstico.
O processo permite que o sabor e a qualidade nutricional sejam mantidos sem o uso de técnicas nocivas à saúde e de uma forma muito mais econômica, pois não haverá gasto com gás nem com eletricidade.
Veja todo o passo a passo para produzir um fantástico desidratador solar caseiro:
Material necessário:
Três placas de isopor de 1 m x 0,50 m, com espessura de 30 mm
Três tubos de cola para isopor
1 m de tela de náilon fina
1 vidro plano transparente de 3 mm de espessura, do tamanho da caixa de isopor
200 g de pregos torcidos de 18 mm x 27 mm (telheiro onda 24)
1 pincel de 3 cm
Papel-alumínio para forrar a caixa
Como fazer:
Use uma placa de isopor inteira para o fundo da caixa.
Corte outra placa ao meio para os dois lados maiores.
Corte outra placa para os dois lados menores.
Cole as partes, formando uma caixa de 94 cm x 44 cm. Coloque os pregos nos cantos, para deixá-la firme.
Corte duas aberturas de 30 cm x 4 cm nos lados menores da caixa: uma na parte de baixo e outra na de cima, a partir do quarto centímetro, tanto de baixo para cima quanto de cima para baixo.
desidratador-solar-15-cm1
Projeto disponibilizado por nosso amigo Gardel do Sitio Curupira
Recorte dois pedaços de tela e prenda-os com alfinetes no isopor, tampando as aberturas descritas no item anterior.
Recorte, do isopor que sobrou, pedaços de 3 cm de largura e cole-os nas extremidades das aberturas, fazendo uma moldura para a tela.
Forre todo o interior da caixa com papel-alumínio, deixando as duas aberturas laterais livres.
Faça uma armação retangular de madeira, de 90 cm x 40 cm, e acrescente-lhe pés de 10 cm de altura.
Cubra-a com a tela, que deve ser presa na parte de baixo. Essa armação revestida com a tela deverá ficar dentro do secador.
Sobre a tela se colocarão frutas ou legumes para desidratar. Faça outra armação de madeira, 1 cm maior que a caixa, para receber o vidro que servirá de tampa.
Essa armação deve ter baguetes laterais para fixar o vidro.
b
PREPARO DE ALGUMAS FRUTAS PARA DESIDRATAÇÃO
Abacaxi
Descasque e corte a fruta em rodelas de aproximadamente 1 cm de espessura.
Retire o miolo.
Corte as fatias em três ou quatro pedaços iguais e coloque no secador.
Desidrate os miolos separadamente.
Banana
A banana que melhor responde à desidratação é a banana-caturra ou banana-nanica.
Corte-a ao meio nos dois sentidos para facilitar a secagem, mas ela pode ser desidratada inteira.
A banana-ouro, por ser pequena, não precisa ser cortada.
A banana-da-terra e a banana-marmelo também podem ser desidratadas, mas devem ser cortadas em rodelas.
Caqui
Corte ao meio ou em quatro partes.
Seque com a face cortada virada para cima.
Retire uma parte da casca para facilitar a secagem.
A fruta deve estar semi-madura.
Você também pode bater o caqui no liquidificador, formando uma pasta bem grossa, e colocá-lo no secador em uma assadeira.
Maçã
Descasque a fruta, corte em quatro partes ou em rodelas finas.
As cascas podem ser desidratas à parte e servem para fazer chá, colocadas em granola ou transformadas em pó.
Mas só use a casca se a maçã for orgânica.
Manga
Corte a fruta em fatias, no sentido mais largo da polpa, e divida em patês iguais.
As cascas também podem ser desidratadas, como as da maçã.
Uva
Lave bem as uvas, retire-as do cacho, mergulhe em meio litro de água com suco de um limão.
Dê preferência a uva sem sementes.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Livro gratuito mostra riqueza da biodiversidade nacional



A biodiversidade dos biomas brasileiros e as transformações na paisagem, tanto as naturais quanto as provocadas pela ação humana, são tema do livro Conhecendo a Biodiversidade, lançado em junho de 2016, com o objetivo de ampliar o conhecimento da sociedade sobre os ecossistemas brasileiros. Baseado em experiências passadas e atuais em áreas dos seis biomas brasileiros — Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal, a publicação também aborda alguns temas como compartilhamento e integração de dados, biodiversidade e saúde, e políticas públicas de conservação.

O livro foi publicado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), em parceria com o Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A organização é dos pesquisadores Ariane Luna Peixoto, José Roberto Pujol Luz e Marcia Aparecida de Brito, considerando resultados de pesquisa obtidos pelo PPBio e pela Rede Temática de Pesquisa em Modelagem Ambiental da Amazônia (Geoma).
Dados sobre biodiversidade possuem um ciclo de vida, desde seu planejamento e geração até sua preservação, integração e análise, produzindo resultados que levarão ao avanço do conhecimento e estimularão novas perguntas, consequentemente, levando a um novo ciclo. De acordo com o capítulo Compartilhamento e Integração de Dados: a construção do conhecimento sobre biodiversidade, é fundamental que essas informações sejam preservadas e compartilhadas com a sociedade.
De autoria de Debora Pignatari Drucker, analista da Embrapa Informática Agropecuária (Campinas/SP), e de Flávia Fonseca Pezzini, o artigo trata dos cuidados que devem ser tomados com todas essas informações coletadas e discute o futuro da gestão e do compartilhamento de dados. Segundo Débora, o estudo está ligado ao “desafio de compartilhar e integrar os resultados das pesquisas, e de assegurar que os dados primários de cada pesquisa estejam armazenados em sistema de informação permanente e institucionalizado, regido por uma política de acesso a dados”.
Já o capítulo Cerrado: um bioma rico e ameaçado, que tem coautoria do pesquisador da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia(Brasília/DF) Aldicir Osni Scariot, discute a importância da preservação do segundo maior bioma do Brasil. O Cerrado, que originalmente cobria cerca de um quarto do território brasileiro, é um ambiente composto por formações vegetais que incluem campos, savanas, veredas e florestas, sujeito a queimadas periódicas e à baixa pluviosidade.
A coletânea composta por 11 capítulos é uma proposta de diálogo com a sociedade, para que o conhecimento da biodiversidade brasileira seja ampliado e disseminado de forma planejada e coordenada. Está disponível para leitura no site do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).
FONTE
Nadir Rodrigues – Jornalista
Telefone: (19) 3211-5747

Caroline Masiero (Colaboradora)
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