sexta-feira, 18 de maio de 2012

Inpe e Rede Clima lançam cartilha educativa para a Rio+20

"O Futuro que Queremos - economia verde, desenvolvimento sustentável e erradicação da pobreza" é o tema da quinta cartilha educativa temática produzida pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) com o objetivo de divulgar para o público jovem as atividades e os estudos realizados no Instituto. Produzida em colaboração com a Rede Brasileira de Pesquisas sobre Mudanças Climáticas Globais (Rede Clima), a publicação apresenta aos jovens leitores os conceitos de economia verde e sustentabilidade e a importância da erradicação da pobreza - temas da Conferência Internacional Rio+20, que será realizada de 13 a 22 de junho de 2012 no Rio de Janeiro.

Para baixar a cartilha (em formato pdf), CLIQUE AQUI.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Conheça as árvores ideais para plantar na calçada

Aprenda escolher a espécie de árvore adequada para a calçada da sua casa e evite cometer erros dos quais você pode ser arrepender amargamente.  
 Fonte: Veja.com 
Via www.agrosoft.org.br 




quinta-feira, 10 de maio de 2012

As utilidades do Bambu - Vídeo


A origem, as características e as vantagens do bambu são o tema desta edição do programa Momento Ambiental. A matéria prima é usada há milênios em países como China e Índia, mas só nos últimos anos tem ganhado espaço no Brasil. Aqui, pesquisadores encontraram uma forma de transformar a planta em blocos maciços tão resistentes quanto a madeira. Outros estudos revelam que a queima do bambu pode gerar energia, assim como o carvão. 03/05/12 - Momento Ambiental - 6:17


sexta-feira, 4 de maio de 2012

Ipea: Brasil ainda possui 2.906 lixões que precisam ser erradicados até 2014

c515 Ipea: Brasil ainda possui 2.906 lixões que precisam ser erradicados até 2014
Os técnicos do Ipea acham o prazo apertado para cumprir as metas nos próximos dois anos. Foto:João Guilherme de Carvalho

O Brasil ainda possui 2.906 lixões distribuídos por 2.810 municípios que precisam ser erradicados até 2014, segundo informação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), sobre o Plano Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).
O prazo é tido como apertado pelos técnicos do instituto, que afirmam que para cumprir as metas nos próximos dois anos é necessário que haja a criação de políticas públicas que incentivem mais a reciclagem nas cidades e a coleta seletiva na área urbana.
Outra forma que pode auxiliar a resolver esta questão está na criação de consórcios públicos para gestão de resíduos sólidos, que agrupariam pequenas cidades com poucos recursos financeiros, afirma o Ipea.
De todas as regiões brasileiras, o Nordeste é a que abriga o maior número de municípios com lixões: são 1.598, o equivalente a 89% do total de cidades da região.
Coleta Seletiva
Dados do Ipea mostram que em 2008 o número de cidades com programas de coleta seletiva passou a ser 994, ou seja, apenas 18% dos municípios brasileiros. A maioria está localizada no Sul e Sudeste do país.
“A coleta seletiva ainda é incipiente e está concentrada nas regiões ricas”, disse Jorge Hargrave, técnico de Planejamento e Pesquisa do instituto, ao G1.
Desperdício
O desperdício de matéria orgânica é um dos grandes responsáveis pela formação de lixões. Segundo o Ipea, das 94,3 mil toneladas de lixo orgânico recolhidas diariamente no país, somente 1,6% (1.509 toneladas) são encaminhadas para reaproveitamento.
De acordo com o documento, “esta forma de destinação gera despesas que poderiam ser evitadas caso a matéria orgânica fosse separada na fonte e encaminhada para um tratamento específico, como a compostagem”.
* Com informações do G1
** Publicado originalmente no EcoD.

domingo, 29 de abril de 2012

Energia renovável gerada em casa pode abastecer rede distribuidora no Brasil



Nova resolução da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) permite que consumidor produza energia renovável e repasse a sobra para a rede distribuidora, pagando menos na conta de luz. Infelizmente, incentivo fiscal e isenção de impostos ficam de fora da medida.

Nos pés da Serra do Mar, em Ubatuba, os moradores de uma ecovila produzem sua própria energia desde a fundação do lugarejo, em 1999. Inicialmente, placas fotovoltaicas abasteciam as tomadas. Desde 2009, uma microturbina hidrelétrica garante eletricidade às famílias que moram no local e ao escritório do Instituto de Permacultura e Ecovilas da Mata Atlântica (Ipema).

Computadores, impressoras, datashow, máquinas de lavar roupa, liquidificadores, televisões, lâmpadas: tudo funciona com a energia produzida localmente, exemplifica o arquiteto Marcelo Braga, fundador do Ipema. A comunidade gera mais do que consome e tem uma sobra de energia durante a noite -- quando quase tudo está desligado da tomada -- e que é perdida.

Mas uma mudança na lei brasileira começa a desenhar um novo cenário. O consumidor que produz energia de fontes renováveis em casa pode injetar o excesso na rede da distribuidora local. As novas diretrizes foram aprovadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica(Aneel) e valem desde o dia 19 de abril de 2012.

As normas se aplicam a microgeradores (até 100 KW) e minigeradores (de 100KW a 1MW) que usam fontes renováveis -- solar, eólica, hídrica ou de biomassa. Em vez de dinheiro, o produtor que injetar energia na rede da distribuidora ganha um crédito, que pode ser abatido na conta de energia dos meses seguintes, com prazo de até três anos.

A agência do governo vê vantagens na iniciativa: "Economia dos investimentos de transmissão, redução das perdas nas redes e melhoria da qualidade do serviço de energia elétrica", respondeu aAneel, por email, à DW Brasil.

Na conta do consumidor

A política foi saudada por especialistas do setor. "A distribuidora vai diminuir a necessidade de investimento na rede de transmissão, já que uma parte da produção será do próprio consumidor", avaliou Nivalde J. de Castro, coordenador do grupo de estudos do setor de energia elétrica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Segundo ele, a decisão favorece um uso mais eficiente da energia elétrica, pois os consumidores não são mais obrigados a comprar das distribuidoras tudo o que consomem e a necessidade de investir em grandes hidrelétricas e parques eólicos diminui.

Mas quem vai pagar a conta, inicialmente, é o pequeno produtor: o investimento na compra de equipamentos é por conta própria. A distribuidora não precisa arcar com os custos de adequação, ou seja, da instalação do sistema de medição. E não há qualquer incentivo fiscal para que o consumidor se transforme num produtor de energia renovável.

"O governo deveria dar isenção de imposto para aquecedor solar, painel fotovoltaico", opina Braga. Segundo ele, um modelo barato e de potência média de aquecimento de água custa entre 1.000 a 1.500 reais e um muito bom, até 5.000 reais. "Quando o consumidor faz as contas, ele prefere não gastar tanto e continuar pagando pela energia da distribuidora", diz Braga.

E essa é a grande diferença entre a norma brasileira e a política alemã, que também serviu de inspiração para o Brasil. No caso da Alemanha, os consumidores receberam incentivo para produzir em casa energia renovável. No caso do Brasil, o consumidor não ganha dinheiro ao injetar energia na rede. "Ou seja, o consumidor que virar produtor nunca vai receber recursos da distribuidora, o máximo será diminuir a conta mensal de luz", ressalta Nivalde.

Pioneirismo alemão

Em 1990, a aprovação na Alemanha de uma lei de eletricidade começou a colocar em evidência o papel das pequenas centrais geradoras de energia renovável. A norma obrigou as operadoras a conectar esses produtores à rede e a comprar essa energia no regime de tarifa feed-in.

Segundo esse sistema de preços, toda a energia produzida a partir de fontes renováveis é injetada na rede, inclusive a dos pequenos produtores. A distribuidora é obrigada a pagar um valor maior por esse tipo de energia do que, por exemplo, pela oriunda de centrais nucleares -- um negócio que pode ser lucrativo para o pequeno produtor.

O impacto foi imediato: uma grande expansão do mercado de fontes renováveis, como ressalta estudo de caso feito pelo Ministério de Minas e Energia (MME) brasileiro. Os dados mais recentes do governo alemão, referentes a 2010, mostram que o país dispõe de uma capacidade instalada de energia oriunda de fontes renováveis de 55.596 MW, ou 17,1% do total produzido no país.

Impacto no Brasil

A Aneel espera que a norma no Brasil gere um efeito parecido. "A expectativa é que a iniciativa ajude a impulsionar o desenvolvimento sustentável do setor elétrico brasileiro, com aproveitamento adequado dos recursos naturais e utilização eficiente das redes elétricas", declarou a agência.

O grupo liderado por Nivalde faz ressalvas. "Avaliamos que não terá um impacto tão grande", diz o especialista, apontando como causa a ausência de incentivo fiscal. "Os primeiros consumidores interessados nessa política devem ser grandes condomínios ou conjuntos residenciais com vários edifícios", completa.

Sobra a demora para implementar uma resolução que estimule a produção descentralizada de energia elétrica a partir de fonte renovável, Nivalde comenta: "O Brasil só faz isso agora porque sempre dispôs de recursos energéticos em abundância -- hidrelétricos, eólicos e agora seremos grandes produtores de gás."

Braga prefere esperar um pouco para decidir se a ecovila em Ubatuba irá se conectar à rede de distribuição. Mas como produtor da própria energia há mais de dez anos, o arquiteto já sabe: "A saída para o Brasil crescer e atender à demanda dos consumidores, que cresce a cada dia, é descentralizar a produção de energia".

domingo, 22 de abril de 2012

Purificação de água por partículas ionizadas - vídeo


Um sistema de purificação de água  de grande eficiência energética e custo razoável que está sendo usado em um campo do Chile poderá um dia fornecer água potável para milhões de pessoas nos países subdesenvolvidos.

Criado por cientistas Chilenos, o sistema limpa a água contaminada ao atingi-la com partículas ionizadas, tornando-a potável.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Centro de Sustentabilidade do Sebrae inaugura portal

C2 Centro de Sustentabilidade do Sebrae inaugura portal
O site mostra casos de sucesso e oportunidades no Brasil para negócios sustentáveis

Brasília – Um espaço para debater o desenvolvimento sustentável empresarial brasileiro. Já está no ar o site do Centro de Sustentabilidade do Sebrae (CSS), em Cuiabá (MT). O público do portal são as empresas preocupadas com a responsabilidade ambiental.
A ferramenta traz agendas de eventos, informações, notícias, dicas, cartilhas e entrevistas sobre histórias de sucesso de empreendedores que apostaram na preservação do meio ambiente para crescer e lucrar ainda mais. “O site é um canal direto de interação com os empresários, com informações e referências para as micro e pequenas empresas sobre sustentabilidade, negócios e boas práticas”, diz o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.
Um dos destaques no lançamento do site, na terça-feira (27), é a entrevista com Ricardo Abramavay, economista, pós-doutor pela Fundação Nacional de Ciências Políticas de Paris e professor titular do Departamento de Economia da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA/USP). Publicado na Editoria Notícias, o bate-papo aborda diversos assuntos, como biocombustíveis, responsabilidade social empresarial, microfinanças, desenvolvimento territorial, a importância dos pequenos negócios na economia verde e a complexa relação entre sustentabilidade e mercado.
A construção do novo espaço CSS envolveu parcerias com as unidades de Tecnologia e Inovação, Tecnologia da Informação (TI) e Comunicação e Atendimento Individual do Sebrae Nacional, além de uma equipe multidisciplinar do Sebrae em Mato Grosso. Fornecedores terceirizados de TI, webdesign e jornalismo também participaram da concepção e desenvolvimento da ferramenta. “Ter um negócio sustentável é uma grande oportunidade de ganhar dinheiro e ainda ajudar na construção de um planeta mais limpo”, observa o empresário baiano Jamilton da Silva, que tem a trajetória contada no site, na editoria Práticas Sustentáveis.
O Centro Sebrae de Sustentabilidade (CSS) é modelo para os empresários, pois mostra que é possível e lucrativo ter uma empresa sustentável no país. O local, que reúne conhecimento sobre o tema, tem como objetivo apoiar o Sebrae no atendimento e na inclusão das micro e pequenas empresas (MPE) na economia verde.
Mais informações no endereço eletrônico: www.sustentabilidade.sebrae.com.br
Serviço:
Unidade de Marketing e Comunicação Sebrae: (065) 3648 1261/1262
Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800

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